+34 93 673 05 25 · vegio@vegio.es · Cervelló (Barcelona)O cartão à medida para a indústriaCadeia de custódia FSCLoja online ↗

Serviços · Acompanhamento

Aconselhamento em embalagem: que cartão escolher para cada aplicação.

A pergunta que mais nos fazem não é um preço: é que material usar. Ajudamos a decidi-lo a partir do que a peça tem de fazer, não do que há em catálogo. Sem custo, porque o aconselhamento em embalagem faz parte de vender bem.

Conte-nos o seu casoLigue-nos: +34 93 673 05 25

Sem custo, faz parte da encomendaDecidimos pela aplicação, não pelo catálogoCom amostras para validarTrinta anos de casos vistos

O que resolvemos

As consultas que mais recebemos. Se a sua não estiver aqui, apresente-a na mesma.

Escolha de materialPor aplicação e processo

Gramagem e espessuraPor rigidez e manuseamentos

Sentido da fibraDe acordo com a linha de dobragem

Substituir plásticoMantendo a proteção

Medida e formatoDe acordo com a geometria do seu cortante

Custo por peçaNão só preço por quilo

Consultar o meu caso

Sem custoIncluído na encomenda

Por aplicaçãoPartimos do seu processo

Com amostrasPara validar antes de comprar

Casos vistosQuatro décadas no setor

Em resumo

Em que consiste o aconselhamento em embalagem e o que não é?

Consiste em decidir consigo o material adequado, partindo do que a peça tem de fazer: o que contém, como é manuseada, como viaja, que acabamento leva e que custo pode suportar. Não é uma consultoria faturável nem um serviço de ensaios: é o trabalho prévio a uma encomenda bem feita, e por isso não o cobramos. O que ganhamos é que o material funcione e que volte a encomendar.

  • Não fazemos ensaios de laboratório nem emitimos certificados de conformidade.
  • Não fazemos design gráfico nem design estrutural completo: isso é trabalho de um estúdio.
  • Orientamos, sim, sobre gramagens, sentido da fibra e substituições de plástico.

Autoavaliação

Serve para o seu caso?

O aconselhamento traz muito em algumas situações e pouco noutras. Aqui estão umas e outras.

Sim, se…

Não sabe que material usar e prefere não o decidir pelo catálogo.

Tem um problema recorrente: estala ao dobrar, empena, chega danificado, não fecha bem.

Quer substituir plástico por cartão sem perder proteção.

Recebe uma especificação do seu cliente e não sabe que material a cumpre.

Quer baixar o custo sem que a peça deixe de funcionar.

Vai encomendar um cortante novo e quer saber que material e que sentido da fibra lhe convêm.

Melhor outra opção, se…

Precisa de ensaios certificados de resistência ou de migração: isso é trabalho para um laboratório acreditado.

Precisa de um certificado de conformidade normativa assinado: não somos nós que o emitimos.

Procura o design gráfico ou estrutural da embalagem de raiz: isso é trabalho para um estúdio de packaging.

Já conhece o seu material, trabalha com ele há anos e funciona: não precisa que ninguém o reveja.

O que quer é um relatório formal para apresentar a terceiros: não é o que fazemos.

Capacidades

Sobre o que aconselhamos

O âmbito concreto, para que saiba o que esperar de uma conversa connosco.

ParâmetroCapacidade
Escolha de materialPor aplicação, processo e acabamento previsto
Gramagem e espessuraPela rigidez da peça montada e pelos manuseamentos
Sentido da fibraDefinido de acordo com a geometria da dobragem
Dimensionamento da proteçãoCantoneiras, folhas, calços e bases
Substituição de plásticoAlternativas em fibra por função
Otimização de custoFormato de origem, gramagem e agrupamento de encomendas
Localização de referênciasMaterial fora do nosso catálogo habitual
Fora do âmbitoEnsaios de laboratório, certificados e design gráfico

Uma precisão que nos parece importante: podemos fornecer a documentação técnica e de rastreabilidade das referências que servimos, mas não emitimos certificados nem substituímos um laboratório acreditado. Se o seu projeto precisar de ensaios formais, dir-lho-emos e orientá-lo-emos, mesmo que o trabalho não seja para nós.

Como trabalhamos

Começamos pela função, nunca pelo catálogo

A conversa começa sempre da mesma forma: o que a peça tem de fazer. O que contém, quanto pesa, como é enchida, quantas mãos lhe tocam, como viaja, se fica exposta num linear e que custo pode suportar. Dessas respostas sai o material, e não o contrário. Quando se escolhe primeiro o material e depois se verifica se funciona, quase sempre é preciso retificar.

A segunda parte é mais útil do que parece: propomos duas opções em vez de uma, com a diferença explicada. Normalmente, uma que resolve melhor e outra que custa menos. Decidir com duas alternativas e as suas consequências em cima da mesa é mais rápido do que decidir com uma recomendação fechada.

  • Partimos da função da peça, não da referência.
  • Propomos duas opções com a diferença explicada.
  • Validamos com amostras antes de se comprometer.
  • Se não tivermos o material adequado, dizemo-lo e procuramo-lo.
Amostras de papel empilhadas junto a uma ficha de verificação e uma lupa

Processo

Como funciona uma consulta

Quatro passos e quase sempre uma chamada. No aconselhamento, o telefone resolve mais do que o e-mail.

01

Conte-nos o caso

Que peça é, que problema tem ou o que precisa de decidir. Não é preciso saber o material.

02

Perguntamos o que falta

Quase sempre por telefone: peso, manuseamentos, acabamento, percurso e custo-objetivo.

03

Propomos duas opções

Com a diferença entre elas explicada: o que cada uma ganha e quanto custa.

04

Valida com amostra

Enviamos-lhe material para o testar no seu processo antes de se comprometer com nada.

Como se pede

O que precisamos de si e o que recebe

Não é preciso trazer a solução: só o problema bem descrito. Estes cinco dados são os que mais nos ajudam a acertar.

Os cinco dados que mais ajudam

O que é a peça e o que contém. Peso e medidas do produto que vai dentro ou em cima.

Como é manuseada e como viaja. Quantas mãos lhe tocam e quantos transbordos faz.

Que acabamento leva. Impressão, plastificação, estampagem, janela ou relevo.

O que está a falhar hoje. Se houver um problema concreto, é o melhor ponto de partida.

Que custo pode suportar. Conhecer o teto evita propor-lhe algo que não vai comprar.

Enviar o meu pedido

O que recebe

Duas opções de material com a diferença entre elas explicada, não uma recomendação fechada.

A gramagem ou espessura de partida e o sentido da fibra de que a sua peça precisa.

Amostras físicas para testar no seu próprio processo, sem custo.

Um não honesto, se não tivermos ou não fizermos aquilo de que precisa.

O que vemos

Os quatro erros mais caros que encontramos

Quatro décadas no setor chegam para ver muitas vezes as mesmas quatro falhas. Nenhuma se deve a falta de conhecimento: devem-se à ordem pela qual as decisões são tomadas.

01

Escolher a gramagem por hábito

«Sempre usámos 350». A gramagem deveria resultar da rigidez de que a peça montada precisa e do número de manuseamentos, não do histórico. É onde costuma haver mais margem de poupança, nos dois sentidos.

02

Ignorar o sentido da fibra

Desenha-se o cortante, compra-se o material em formato fechado e depois a aresta abre ao dobrar. O sentido da fibra define-se ao cortar; por isso, se o material já chegar cortado, essa decisão está tomada.

03

Decidir o material antes do processo

Aprova-se o design com a peça vazia e sem pensar em como é enchida, empilhada e transportada. Quando entra o produto real, a peça cede. Perguntar antes pelo processo custa uma chamada.

04

Substituir plástico sem dimensionar

Trocar filme por papel ou espuma por cartão sem recalcular a proteção acaba em mais danos e mais devoluções do que antes. A substituição funciona, mas é preciso dimensioná-la ponto por ponto.

O padrão comum: os quatro erros são de ordem, não de conhecimento. Quando o material é escolhido depois de entender o processo, a maioria desaparece.

A decisão

Comprar por preço por quilo ou por custo por peça

É a reformulação que mais muda uma decisão de compra neste setor, e a razão pela qual o aconselhamento se paga a si próprio.

Preço por quiloCusto por peça
O que comparaO preço do materialO custo total da peça acabada
O que incluiSó a fatura do fornecedorMaterial, desperdício, horas, rejeições e devoluções
O que ignoraAproveitamento, desperdício e manuseamento internoNada de relevante
Resultado típicoPoupa-se na fatura e gasta-se na fábricaDecisões que aguentam o ano todo
Quando bastaMaterial de consumo simples e sem transformaçãoQualquer peça com processo por trás

Regra prática: compare o custo por peça válida, não o preço por quilo. O desperdício e as rejeições não aparecem na fatura do material, mas pagam-se na mesma.

Como escolher

As quatro consultas que mais recebemos

Material, custo, substituição de plástico e problemas de processo. Abra a que lhe interessar.

Que material escolho

Como decidem que material recomendar?

Com quatro perguntas, sempre por esta ordem. O que a peça tem de fazer: conter, proteger, separar, apresentar ou várias coisas ao mesmo tempo. O que lhe vai acontecer: quantos manuseamentos, que peso, que percurso. O que se vê: se for uma peça à vista, o acabamento passa a ser um critério de primeira ordem. E que custo pode suportar.

Só então olhamos para o catálogo. Essa ordem parece óbvia e quase nunca é seguida, porque o natural é começar pelo que já se conhece. O nosso trabalho consiste sobretudo em levar a conversa de volta ao princípio.

Regra prática: responda primeiro ao que a peça tem de fazer. Se começar pelo material, vai ter de retificar.

Baixar o custo

Como se baixa o custo sem piorar a peça?

Há quatro alavancas e só uma é negociar o preço. A primeira é a gramagem: se foi escolhida por hábito, costuma haver margem. A segunda é o aproveitamento: dar uma flexibilidade de um ou dois milímetros na medida final permite escolher um formato de origem que rende muito mais.

A terceira é agrupar: concentrar o consumo em encomendas maiores ou recorrentes reparte a preparação da máquina. E a quarta é rever se o material é o de que a peça precisa: às vezes está-se a pagar fibra virgem onde bastava reciclada e, outras vezes, o contrário, o que sai ainda mais caro em rejeições.

Regra prática: antes de negociar o preço, reveja a gramagem e a flexibilidade da medida. É aí que há mais margem.

Substituir plástico

Como se substitui plástico por cartão sem perder proteção?

Ponto por ponto e por função, nunca de uma só vez. O primeiro passo é identificar o que faz cada plástico: fixar, preencher, proteger uma aresta, imobilizar ou isolar da humidade. As quatro primeiras funções têm alternativa clara em fibra; a última, não.

A ordem que recomendamos é começar pelo que não toca no produto e não requer estanquidade: enchimento, fixação e proteção de arestas. São as substituições mais simples, mais rentáveis e as que têm menos risco. O filme retrátil, quando protege da humidade, é o caso em que dizemos que não.

Regra prática: comece pelo enchimento, pela fixação e pelas arestas. Deixe para o fim o que precisa de barreira à humidade.

O problema é o processo

E se o material não for o problema?

Acontece mais do que parece. Chegam-nos casos de peças que estalam, empenam ou chegam danificadas em que o material está correto e a falha está noutro sítio: um vinco mal dimensionado, um armazenamento na vertical, uma carga mal distribuída na palete ou um produto pesado colocado no nível superior de um expositor.

Nesses casos, mudar de material não resolve nada e encarece o projeto. Preferimos dizê-lo, mesmo que isso signifique não vender um material mais caro: é a única forma de a próxima consulta também chegar até nós.

Regra prática: se o problema se repetir sempre no mesmo ponto, desconfie do processo antes do material.

Materiais

Sobre que materiais aconselhamos

Sobre todo o catálogo. Estas são as famílias sobre as quais recebemos mais consultas.

Cartolina reciclada estucada

Gramagem e verso para cartonagem

Ver

Cartão canelado

Que onda para cada carga

Ver

Cartão compacto e contracolado

Espessura para capas e bases

Ver

Combina com

Serviços que costumam ir na mesma encomenda

Corte à medida

A medida exata de que precisa, sem desperdício.

Corte à medida

Manipulação

Se precisar em embalagens, nós preparamos.

Manipulação

Amostras

Valide o material antes de comprar.

Amostras

Pedido de serviço

Conte-nos o seu caso

Não é preciso saber o material: descreva a peça e o problema. Respondemos em menos de 24 h úteis e, se for conveniente, ligamos-lhe.

    O que acontece depois

    Recebemos o seu pedido e verificamos se o trabalho está dentro das nossas capacidades.

    Ligamos-lhe se faltar alguma coisa. É mais rápido esclarecer uma dúvida por telefone do que por e-mail.

    Recebe o orçamento com preço, prazo concreto e, se for o caso, proposta de material alternativo.

    Amostras, se precisar, antes de confirmar a encomenda.

    Prefere falar connosco? +34 93 673 05 25

    Amostras gratuitasFSCUrgências

    Dúvidas frequentes

    Perguntas frequentes sobre o aconselhamento em embalagem

    O aconselhamento tem custo?

    Não. Faz parte de vender bem: se o material que lhe fornecemos não funcionar, o problema volta. Preferimos dedicar uma chamada a entender a aplicação a ter de resolver uma reclamação depois.

    O que não fazemos é consultoria faturável nem relatórios formais para terceiros; isso é outro serviço e não é o nosso.

    Tenho de saber de que material preciso para perguntar?

    Não, pelo contrário: é a situação mais habitual e a de que mais gostamos. Basta descrever a peça, o que tem de fazer e o que está a falhar, se houver um problema. O material propomo-lo nós.

    Como decidem que material recomendar?

    Com quatro perguntas por ordem: o que a peça tem de fazer, o que lhe vai acontecer durante a sua vida útil —manuseamentos, peso, percurso—, o que se vê e que custo pode suportar. Só depois olhamos para o catálogo. É essa ordem que evita retificar mais tarde.

    Vão recomendar-me sempre o material mais caro?

    Não nos convém. Um material sobredimensionado encarece a sua peça e o cliente não volta; um insuficiente falha e também não. Por isso propomos habitualmente duas opções com a diferença explicada: uma que resolve melhor e outra que custa menos, para que seja o cliente a decidir com a informação à frente.

    Fazem ensaios de resistência ou certificados?

    Não. Não somos um laboratório acreditado e não emitimos certificados de conformidade. Podemos fornecer a documentação técnica e de rastreabilidade das referências que servimos e, se o seu projeto precisar de ensaios formais, dir-lho-emos e orientá-lo-emos, mesmo que o trabalho não seja para nós.

    Podem ajudar-me a substituir plástico por cartão?

    Sim, e é uma das consultas que mais cresceu. Faz-se ponto por ponto e por função: enchimento, fixação, proteção de arestas e imobilização têm alternativa clara em fibra. O que o cartão não substitui é a estanquidade à humidade e, nesse caso, dir-lho-emos.

    E se o problema não for o material?

    Dir-lho-emos. Chegam-nos bastantes casos em que o material está correto e a falha está no vinco, no armazenamento, na distribuição da carga ou no design da peça. Mudar de material nesses casos encarece o projeto e não resolve nada.

    Podem procurar um material que não têm em catálogo?

    Sim, e faz parte do que fazemos. Resumimo-lo com uma frase que usamos muito: se não o temos, encontramo-lo. Nem sempre é possível nem imediato, mas vale a pena perguntar antes de recusar um trabalho.

    Enviam-me amostras para validar?

    Sim, sem custo em quantidades razoáveis. É o fecho natural de uma consulta: enviamos-lhe as duas opções propostas e testa-as no seu próprio processo. Pode ver os detalhes no nosso serviço de amostras.

    Fazem design de packaging?

    Não. Não fazemos design gráfico nem design estrutural da embalagem de raiz: isso é trabalho de um estúdio de packaging. O que fazemos é aconselhar sobre material, gramagem e sentido da fibra, e trabalhar em coordenação com o estúdio responsável pelo design.

    Como posso fazer uma consulta?

    Pode escrever-nos através do formulário desta página ou ligar diretamente para o +34 93 673 05 25. No aconselhamento, o telefone costuma ser mais eficiente: em cinco minutos de conversa esclarece-se o que por e-mail leva três mensagens.

    Conte-nos o que a peça tem de fazer

    Não é preciso saber o material. Descreva a aplicação ou o problema e propomos-lhe duas opções com a diferença explicada, além de amostras para as validar.

    Peça orçamentoLigue-nos: +34 93 673 05 25