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Produtos · Kraft e canelado

Cartão canelado duplo (onda dupla): M-3, M-5 e BC.

O cartão canelado duplo tem duas ondas coladas entre três faces de liner, para a carga que a onda simples já não aguenta. Composições M-3, M-5 e BC em placa, cortadas, com corte e vinco e vincadas à medida. Para exportação, empilhamento alto e produto pesado, sem os mínimos de uma fábrica de cartão.

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M-3, M-5Cortado à medida exataSem mínimos de fábricaReciclável e FSC

Num relance

Dados de referência da família. O material concreto confirma-se com a sua encomenda.

EstruturaPlaca de 5 papéis

ComposiçõesBC e parede dupla

Espessura4 a 8 mm consoante a composição

ApresentaçãoPlaca cortada à medida

FacesKraft, castanho reciclado, estucado e branco

ManipulaçãoCorte à medida

Pedir preço e disponibilidade

Exportação e carga pesadaContentor e percursos longos

Corte à medidaDireção da onda definida

Palete sobre paleteResistência para empilhamento alto

Reciclável e FSCMonomaterial, circuito do papel

Em resumo

O que é o cartão canelado duplo?

A onda dupla —ou parede dupla, como se diz na oficina— leva duas folhas de papel onduladas em vez de uma, separadas por um liner intermédio: cinco papéis no total em vez de três. Essa segunda onda multiplica a resistência à compressão vertical e à perfuração sem que o peso do material aumente na mesma proporção, e é o que permite empilhar paletes em altura ou meter uma caixa num contentor marítimo sem que a carga ceda.

  • M-3: microcanelado sobre onda 3. Face fina imprimível e corpo por dentro. Quando a caixa se vê e, além disso, viaja.
  • M-5: microcanelado sobre onda 5. Mais espessura e mais empilhamento, mantendo uma face apta para imprimir.
  • BC: onda B sobre onda C. A composição clássica de exportação, a mais resistente das três.

O material

Duas ondas que não fazem o mesmo trabalho

Na onda dupla, cada onda tem uma função diferente, e aí está a chave para não pagar a mais. A onda grossa —a onda 3, a 5 ou a C— dá a resistência estrutural: absorve a compressão do empilhamento e o impacto lateral. A onda fina —o microcanelado ou a onda B— serve de superfície: reparte a carga pontual, evita que o liner exterior afunde entre crista e crista e dá uma face muito mais apta para imprimir e para corte e vinco com detalhe.

Por isso, uma M-3 e uma BC não são intermutáveis, embora ambas sejam onda dupla. A M-3 escolhe-se quando a caixa tem de ter bom aspeto e aguentar; a BC, quando a única coisa que importa é que chegue inteira. E, por isso, a ordem também importa: a onda fina fica sempre virada para a face exterior, a que se imprime e a que sofre a fricção.

  • A onda grossa dá resistência; a fina, superfície e acabamento.
  • Cinco papéis em vez de três: muito mais rigidez com pouco mais peso.
  • Corte à medida e manipulação da encomenda na mesma casa.
  • Continua a ser monomaterial: recicla-se da mesma forma que a onda simples.
Secção de cartão canelado com a onda entre duas faces de papel

Referências

Composições de cartão canelado duplo e aplicações

As espessuras são indicativas e variam consoante o fabricante e a composição dos papéis. O determinante é o peso da carga, a altura de empilhamento e o número de manipulações do percurso.

OndaEspessuraResistênciaAplicação habitual
M-3 (microcanelado + onda 3)4–5 mmAltaCaixas que se veem e viajam: envio direto de produto pesado.
M-5 (microcanelado + onda 5)6–7 mmAltaEmpilhamento em palete com face imprimível. Agrupamento de produto pesado.
Onda dupla BC7 mmMuito altaExportação, contentor marítimo, percursos longos.
Parede dupla reforçada8–10 mmMáximaCarga industrial: bidões, peças metálicas, granel.
Folha de onda dupla4–10 mmConsoante a composiçãoSeparadores de camada, calços e tampas de palete.

O dado que decide se é preciso onda dupla quase nunca está no plano da caixa: é a altura de empilhamento em armazém e o número de transbordos do percurso. Uma caixa que aguenta perfeitamente três camadas no seu pavilhão pode ceder à quinta no armazém do cliente. E o canelado perde resistência com a humidade: um pavilhão sem climatização em agosto não é o laboratório onde se mediu a resistência à compressão.

Como decidir

Onda dupla ou onda simples

Passar para onda dupla encarece o material e ocupa mais volume. Vale a pena quando o custo de uma rotura é maior do que o sobrecusto do cartão, e não antes. Se o seu caso é distribuição nacional com empilhamento moderado, a ficha de que precisa é a do cartão canelado de onda simples.

Onda simples (B / C)Onda dupla (M-3, M-5, BC)
EspessuraMédio, 3 a 4 mmGrosso, de 4 a 10 mm
Resistência ao empilhamentoSuficiente para duas ou três camadasAlta: admite palete sobre palete
Acabamento e imprimibilidadeCorreto, a onda pode marcarMuito bom em M-3 e M-5, justo em BC
Dobragem e corte e vincoLimpo, com vinco standardExige vinco mais aberto e mais pressão de cortante
Volume em armazémMenor: mais placas por paleteMaior: até metade das placas por palete
Quando usarDistribuição nacional, empilhamento moderadoExportação, carga pesada, empilhamento alto

Regra prática: se o cliente final vê a caixa, microcanelado. Se a sua função é chegar inteira ao armazém, onda B ou C.

Como escolher

As quatro decisões da onda dupla

Quando justifica o sobrecusto, que composição, como afeta a dobragem e o que acontece com a palete. Abra a que lhe interessar.

Que onda escolher

Quando justifica o sobrecusto?

Quando o custo de uma rotura supera o sobrecusto do cartão. Parece óbvio, mas quase ninguém faz a conta completa: ao produto perdido é preciso somar o transporte da devolução, a reposição urgente e —o mais caro— a reclamação do cliente. Se o produto é pesado, frágil ou caro, o cartão canelado duplo sai barato logo no primeiro incidente que evita.

Os três cenários em que quase sempre compensa: exportação com transbordos, empilhamento de palete sobre palete em armazém alheio e produto pesado em relação ao tamanho da caixa. Fora desses casos, antes de passar toda a caixa para onda dupla, vale a pena experimentar uma onda simples bem dimensionada com um reforço interior: uma cantoneira, um calço com corte e vinco ou uma tampa de palete resolvem muitos problemas de empilhamento por uma fração do custo.

Regra prática: conte manuseamentos e alturas de empilhamento, não quilómetros. É isso que decide a onda.

Simples, dupla e tripla

M-3, M-5 ou BC?

Comece pela face. Se o cliente final vê a caixa ou se ela leva impressão de qualidade, precisa de microcanelado no exterior, por isso vai para M-3 ou M-5. Se a caixa é puro transporte e ninguém vai olhar para ela, a BC dá-lhe mais resistência pelo mesmo dinheiro.

Entre M-3 e M-5 decide a altura de empilhamento. A M-3 é a opção equilibrada: aguenta bem e não dispara o volume. A M-5 reserva-se para quando é preciso empilhar a sério ou quando a caixa é grande e as paredes longas tendem a encurvar. Com a medida interior, o peso e as alturas de empilhamento, dizemos-lhe qual das três encaixa e, se for preciso, pedimos à fábrica a ficha técnica da composição.

Regra prática: antes de passar a onda dupla, experimente reforçar só onde falha. Costuma sair mais barato e funciona igual.

Face e impressão

Como afeta a dobragem e o corte e vinco?

Uma onda dupla não dobra como uma onda simples. A espessura obriga a abrir mais as linhas de vinco —caso contrário, o cartão estala na crista— e o cortante precisa de mais pressão, o que em silhuetas finas pode dar um corte menos limpo. No plano é preciso dar mais folga às abas: o que em onda B encaixa ao milímetro, numa BC de 7 mm fica curto.

É por isso que convém dizer-nos que a placa vai ser de onda dupla antes de fechar o plano de cortante, e não depois. Nós não fazemos corte e vinco nem vincamos, mas cortamos à medida exata e podemos preparar uma amostra do material antes de lançar a tiragem, para que o seu operador de corte e vinco ajuste a separação dos vincos à espessura real da composição servida.

Regra prática: se a caixa leva muita tinta e é em onda grossa, valide com amostra. A onda marcada vê-se mais do que se espera.

Sustentabilidade

E a palete e o transporte?

A onda dupla ocupa mais. Uma placa de BC de 7 mm ocupa quase o dobro de uma de onda B, por isso cabem menos placas por palete e o transporte por unidade sobe. É um custo que é preciso meter na conta desde o início, porque em encomendas grandes pode pesar mais do que a diferença de preço do material.

Em contrapartida, na caixa montada a onda dupla costuma permitir baixar a altura de paletização porque aguenta mais peso por cima, e aí recupera-se parte do volume. E como continua a ser monomaterial de fibra, recicla-se exatamente como a onda simples: os cinco papéis entram juntos no circuito de recuperação sem necessidade de separar nada.

Regra prática: o canelado não é o problema; os acrescentos, sim. Se quer uma embalagem realmente reciclável, mantenha-a monomaterial.

Aplicações

Onde se usa

A onda dupla é o material da embalagem de transporte exigente: exportação, carga pesada, empilhamento alto e tudo o que passa por mais de duas mãos antes de chegar ao destino.

Caixas de e-commerceCaixas de agrupamentoTabuleiros expositoresInteriores e calçosFolhas separadorasDisplays de chãoCaixas em microcaneladoEmbalagem de exportação

Setores

Quem o compra

Estes são os setores que mais onda dupla nos pedem. Cada um tem a sua página com formatos e serviços próprios.

Indústria e embalagemTransformadoresEmbalagens e caixasDisplays e expositoresProteção e transporteAlimentação e HORECAMarketing e PLVCosmética e perfumariaFarmácia e parafarmácia

Serviços sobre este material

Servimos como precisa

Na onda dupla, o vinco é ainda mais determinante: é o que decide se a caixa dobra de forma limpa ou estala.

Corte à medida

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Na loja online tem compra direta com venda à placa e ao m², e configurador de corte à medida. Aqui orçamentam-se as encomendas B2B: placas com corte e vinco e vincadas, quantidades para produção e fornecimento programado.

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    O que precisamos de saber

    Medida final. A medida interior da caixa e o peso real do conteúdo.

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    Dúvidas frequentes

    Perguntas frequentes sobre o cartão canelado duplo

    O que é o cartão canelado duplo?

    É um canelado com duas folhas de papel onduladas em vez de uma, separadas por um liner intermédio: cinco papéis no total. A segunda onda multiplica a resistência à compressão e à perfuração, e é o que permite empilhar em altura ou exportar sem que a carga ceda.

    O que significam M-3 e M-5?

    São composições de onda dupla que combinam um microcanelado na face exterior com uma onda grossa por dentro: onda 3 na M-3 e onda 5 na M-5. O microcanelado dá uma superfície fina e imprimível; a onda grossa, a resistência. A M-5 é mais grossa e aguenta mais empilhamento do que a M-3.

    Que diferença há entre M-3, M-5 e BC?

    O acabamento e a resistência. As duas primeiras levam microcanelado no exterior, por isso imprimem-se melhor e permitem corte e vinco com mais detalhe. A BC combina onda B e onda C: é a mais resistente das três e a habitual na exportação, mas a sua face exterior admite menos detalhe de impressão.

    Quando preciso de onda dupla e não de onda simples?

    Quando a carga é pesada, o empilhamento é alto —palete sobre palete— ou o percurso inclui exportação e vários transbordos. Se não estiver em nenhum desses três casos, quase sempre resulta melhor uma onda simples bem dimensionada com um reforço interior: uma cantoneira, um calço com corte e vinco ou uma tampa de palete.

    Quanto mais resistente é do que a onda simples?

    Depende da composição dos papéis, não só do número de ondas, por isso não há um fator único. O que é constante é a ordem de grandeza: a onda dupla aumenta bastante a resistência à compressão vertical com um aumento de peso muito menor. Para um dado concreto, é preciso recorrer à ficha técnica da composição servida, e podemos pedi-la à fábrica.

    Pode imprimir-se sobre onda dupla?

    Sim, e o resultado é melhor em M-3 e M-5 do que em BC, porque o microcanelado exterior deixa uma superfície mais lisa. Em qualquer caso, o canelado grosso tende a marcar a onda na superfície com cargas de tinta elevadas, por isso, em fundos saturados, convém fazer um teste antes da tiragem.

    O plano de cortante muda em relação à onda simples?

    Sim. A espessura obriga a abrir mais as linhas de vinco e a dar mais folga às abas: o que em onda B encaixa ao milímetro, numa BC de 7 mm fica curto. Diga-nos que a placa vai ser de onda dupla antes de fechar o plano, não depois.

    Quem faz o corte e vinco e o vinco da onda dupla?

    Não somos nós: cortamos a placa à medida na nossa oficina de Cervelló e a transformação é feita pelo seu operador de corte e vinco. O que convém é indicar-lhe a espessura real da composição servida, porque a separação dos vincos tem de ser ajustada a ela.

    Qual é a encomenda mínima?

    Não aplicamos os mínimos de uma fábrica de cartão. Podemos servir a partir de pequenas quantidades, e o intervalo em que somos mais competitivos vai de 0 a 300 kg.

    É reciclável?

    Tal como a onda simples: continua a ser monomaterial de fibra e os cinco papéis entram juntos no circuito de recuperação. O que compromete a reciclabilidade são os acrescentos —plastificações, janelas de plástico, asas sintéticas—, não o número de ondas.

    Serve para folhas e tampas de palete?

    Sim, e é uma das suas utilizações mais eficientes. Uma folha de onda dupla como separador de camadas ou como tampa de palete reparte o peso da camada superior e evita que as caixas de baixo afundem, que é a causa mais frequente de carga abatida em armazém.

    Indique-nos o peso da carga e a altura de empilhamento

    Medida interior, peso por caixa, alturas de empilhamento e percurso. Propomos a composição e servimos a placa cortada à medida que o seu plano pedir.

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