Serviços · Acompanhamento
Amostras de cartão: valide o material antes de comprar.
As amostras de cartão não servem para ver uma cor: servem para passar o material pela sua máquina, vincá-lo, dobrá-lo e pô-lo sob carga. São a verificação mais barata de qualquer projeto e enviamo-las sem custo.
Peça as suas amostrasLigue-nos: +34 93 673 05 25
Sem custo: oferecemos-lhe o catálogoPara testar no seu próprio processoComparação entre duas opçõesEm todo o catálogo
O que lhe enviamos
Condições de referência. Se precisar de algo diferente, diga-nos e avaliamos.
MateriaisTodo o catálogo
CustoSem custo
Formato da amostraStandard ou à medida
Prazo de envioConsultar consoante a referência
Amostra com corte e vincoNão: enviamo-la em plano
Sem custoTambém lhe oferecemos o catálogo
Para o seu processoNão para ver uma cor
Duas opçõesComparar é mais útil do que acertar
Antes de se comprometerA verificação mais barata
Em resumo
Para que serve realmente uma amostra de cartão?
Para testar o material no seu processo, que é a única coisa que a ficha técnica não consegue prever. Cada máquina digital fixa a tinta de forma diferente, cada cortante vinca com a sua profundidade e cada produto põe o material sob carga à sua maneira. Uma amostra permite imprimir, vincar, dobrar, montar e carregar antes de comprometer uma tiragem. É o passo que evita o erro mais caro: descobrir o problema com a encomenda já em máquina.
- Se só quiser ver uma cor, muitas vezes basta uma fotografia ou uma carta de cores: diga-nos e poupamos-lhe o envio.
- Se precisar de centenas de unidades reais para um teste de mercado, isso não é uma amostra: é uma série curta.
- Comparar duas opções costuma ser mais útil do que receber uma só recomendada.
Autoavaliação
Serve para o seu caso?
Pedir amostras é gratuito, mas nem sempre é o que precisa. Estes são os casos claros e os que se resolvem de outra forma.
Sim, se…
Vai mudar de material ou de fornecedor e quer verificá-lo antes.
O acabamento é crítico: estampagem, relevo, soft touch ou plastificação.
Precisa de validar a passagem pela sua máquina digital ou pela sua máquina de corte e vinco.
Está a decidir entre dois materiais e quer compará-los em mão.
O seu cliente exige aprovar o material antes da produção.
Vai substituir plástico por cartão e quer verificar a proteção real.
Melhor outra opção, se…
Só quer ver um tom aproximado: uma fotografia ou uma carta de cores pode bastar.
Precisa de centenas de unidades reais para um teste de mercado: isso é uma série curta, não uma amostra.
Procura ensaios certificados de resistência ou migração: isso é trabalho para um laboratório acreditado.
Já conhece o material, usa-o há anos e nada mudou: a ficha técnica basta.
Quer amostras de todo o catálogo sem um projeto por trás: indique-nos a aplicação e fazemos a seleção.
Capacidades
O que inclui o serviço e o que não inclui
Para que saiba o que esperar quando pedir amostras e não lhe falte nada ao testá-las.
| Parâmetro | Capacidade |
|---|---|
| Materiais disponíveis | Todas as famílias do catálogo |
| Custo das amostras | Sem custo; se for faturada, é reembolsada na totalidade ao fazer a encomenda |
| Formato da amostra | Standard ou à medida |
| Amostra cortada à sua medida | Sim, se a aplicação o exigir |
| Amostra com corte e vinco ou vincada | Não: enviamo-la em plano; a transformação é feita pelo seu transformador |
| Amostra impressa | Não: a impressão é feita pelo seu fornecedor gráfico |
| Mostruário permanente | Sim, e oferecemo-lo se ainda não o tiver |
| Ensaios e certificados | Não: não somos um laboratório acreditado |
Um aviso para que o teste sirva: se vai validar a impressão, precisa da amostra no formato que a sua máquina admite, não de um recorte pequeno. E se vai validar a dobragem, precisa de superfície suficiente para vincar e dobrar a sério. Diga-nos o que vai testar e enviamos a amostra em conformidade: é a diferença entre um teste conclusivo e um que não decide nada.
Como funciona
A amostra que decide é a que passa pela sua máquina
O erro mais comum ao pedir amostras é receber um recorte pequeno, olhar para ele, tocar-lhe e decidir. Isso valida o toque e a cor, que são as duas coisas que menos problemas dão. O que falha realmente depois é o comportamento: a folha que empena no digital, a aresta que abre ao vincar, o tabuleiro que cede com o peso real do produto.
Por isso perguntamos o que vai testar antes de enviar. Se for impressão, a amostra tem de entrar na sua máquina. Se for dobragem, tem de haver superfície para vincar. Se for carga, é preciso material suficiente para montar a peça e carregá-la com o produto real. Uma amostra bem dimensionada decide; uma mal dimensionada só tranquiliza.
- Amostra no formato que a sua máquina admite, não um recorte simbólico.
- Duas referências para comparar, em vez de uma recomendada.
- Cortada à sua medida, se a aplicação o exigir.
- Com o sentido da fibra indicado, para que o teste seja válido.

Processo
Como se pedem amostras de cartão
Quatro passos, e o segundo é o que faz com que o teste sirva para alguma coisa.
01
Conte-nos a aplicação
Que peça é e que material está a considerar. Se não souber, propomos nós.
02
Indique-nos o que vai testar
Impressão, vinco, carga, toque ou cor. Disso depende o formato da amostra.
03
Preparamos e enviamos
Habitualmente, duas referências para comparar, com o sentido da fibra indicado.
04
Testa e decide
E se o resultado não convencer, propomos a opção seguinte até acertar.
Como se pede
O que precisamos de si e o que recebe
Com estes dados, a amostra chega no formato adequado. Sem eles, é fácil que chegue e não lhe sirva para decidir.
Os cinco dados de que precisamos
Que peça vai fazer. Mesmo que de forma aproximada: caixa, folha, display, capa.
O que vai testar. Impressão, vinco, carga, toque ou cor. É o dado-chave.
Com que equipamento. Se vai validar a impressão, o formato máximo que a sua máquina admite.
Que materiais está a considerar. Se tiver candidatos; se não, propomo-los nós.
Para quando decide. Se houver uma data de decisão, temo-la em conta.
O que recebe
Habitualmente, duas referências para comparar, não uma só recomendada.
Amostra no formato adequado ao que vai testar, não um recorte simbólico.
O sentido da fibra indicado, para que o teste de dobragem seja válido.
A ficha com a gramagem e as características de cada referência enviada.
Uma segunda ronda se o resultado não convencer, até encontrar o material.
Como testar
O que testar em cada amostra
Quatro testes, consoante o que vai decidir o material. Fazer o teste errado é a forma mais comum de uma amostra não servir.
01
O teste de impressão
Passe a amostra pelo seu próprio equipamento, com o seu perfil e a sua cobertura habitual. Verifique a fixação da tinta, a estabilidade dimensional e se a folha empena. Nenhuma ficha técnica prevê como a sua máquina responde.
02
O teste de vinco e dobragem
Vinque e dobre a amostra como a peça real será vincada e dobrada, no sentido da fibra que vai usar. É aqui que aparece a falha mais cara: a aresta que abre. Repita também no dia seguinte, não só logo após vincar.
03
O teste de carga
Monte a peça e carregue-a com o produto real, não com um peso equivalente. Em tabuleiros e expositores, o que falha não é o material, mas a distribuição do peso, e isso só se vê com o produto colocado.
04
O teste de toque e cor
O mais fácil e o que menos decide. Compare-a com o material atual e sob a luz em que a peça vai ser vista: um tom que convence no escritório pode não convencer num linear.
A ordem importa: teste primeiro o que pode invalidar o material —impressão, vinco, carga— e deixe o toque e a cor para o fim. É o contrário do que quase toda a gente faz.
A decisão
Decidir pela ficha técnica ou pela amostra
A ficha técnica é fiável para o que descreve. O problema é que não descreve o seu processo.
| Só ficha técnica | Com amostra | |
|---|---|---|
| O que confirma | Gramagem, composição e características declaradas | Como se comporta no seu processo real |
| Impressão no seu equipamento | Não o prevê | Verifica-se |
| Comportamento no vinco | Não o prevê | Verifica-se |
| Carga com o produto real | Não o prevê | Verifica-se |
| Custo | Nenhum | Nenhum: a amostra é gratuita |
| Quando basta | Material conhecido e sem alterações no processo | Material novo, acabamento crítico ou mudança de fornecedor |
Regra prática: se o material for novo para si ou o acabamento for crítico, peça uma amostra. Se trabalha há anos com a mesma referência e nada mudou, a ficha basta.
Como escolher
As quatro questões das amostras
O que pedir, como testar, o mostruário e a passagem à tiragem. Abra a que lhe interessar.
O que pedir
Que amostras convém pedir?
Duas referências, quase sempre. Receber uma só diz-lhe se esse material lhe serve; receber duas diz-lhe qual das duas é melhor para o seu caso, e essa é uma informação muito mais útil. O habitual é enviar a opção que resolve melhor e a que custa menos, com a diferença explicada.
O que não faz sentido é pedir amostras de todo o catálogo sem um projeto por trás: não ajuda a decidir e atrasa a resposta. Se não souber que materiais considerar, conte-nos a aplicação e fazemos nós a pré-seleção.
Regra prática: peça duas referências, nem uma nem dez. Comparar é o que faz com que uma amostra decida.
Como testá-la
Como se testa uma amostra para que sirva?
Reproduzindo o seu processo, não olhando para ela. Se vai imprimir, passe-a pelo seu equipamento com o seu perfil e a sua cobertura. Se vai dobrar, vinque-a e dobre-a no sentido real da fibra, e repita o teste no dia seguinte, porque algumas arestas abrem com o tempo. Se vai suportar peso, monte a peça e carregue-a com o produto real.
E ordene os testes: primeiro o que pode invalidar o material, e o toque e a cor no fim. É o contrário do que quase toda a gente faz, e essa inversão de ordem é a causa de muitas decisões que depois têm de ser retificadas.
Regra prática: teste o vinco duas vezes, com um dia de intervalo. É aí que aparecem as falhas que não se veem de imediato.
Mostruário
Há um mostruário do catálogo?
É o que nos pedem as empresas que trabalham com muitas referências diferentes —reprografias, estúdios de design, agências— para poderem decidir no momento, à frente de um cliente. Oferecemos-lho se ainda não o tiver.
Em todo o caso, um mostruário serve para orientar e para falar de cor e toque, não para validar um processo. Para isso é preciso material suficiente com que trabalhar; por isso, as duas coisas são complementares.
Regra prática: use o mostruário para conversar com o seu cliente e amostras de trabalho para validar o processo. Não são a mesma coisa.
Da amostra à tiragem
O que valido na amostra é o que vou receber?
É esse o objetivo, e há duas coisas que convém fixar para que se cumpra. A primeira é a referência exata: não basta dizer «cartolina de 350», porque duas referências da mesma gramagem podem comportar-se de forma diferente. Ao validar, registamos a referência concreta e é essa que servimos.
A segunda é o lote, sobretudo nos materiais de fibra recuperada, em que o tom pode variar entre partidas. Se o seu produto for servido em várias entregas e a cor fizer parte da sua identidade, convém reservar material do mesmo lote desde o início.
Regra prática: fixe a referência exata ao validar, não só a gramagem. E se o tom importar, reserve o lote.
Materiais
De que materiais enviamos amostras
De todo o catálogo. Estas são as famílias de que mais amostras se pedem.
Setores
Quem nos pede amostras
Sobretudo quem vai mudar de material e quem tem um acabamento ou um processo crítico para validar.
Cosmética e perfumariaFarmácia e parafarmáciaGráficas e artes gráficasEmbalagens e caixasAlimentação e HORECADisplays e expositoresMaquetas e protótiposReprografias
Combina com
Serviços que costumam ir na mesma encomenda
Pedido de serviço
Peça as suas amostras
Conte-nos a aplicação e, sobretudo, o que vai testar: disso depende que a amostra chegue no formato adequado e que o teste sirva para decidir.
O que acontece depois
Recebemos o seu pedido e verificamos se o trabalho está dentro das nossas capacidades.
Recebe o orçamento com preço, prazo concreto e, se for o caso, proposta de material alternativo.
Amostras, se precisar, antes de confirmar a encomenda.
Prefere falar connosco? +34 93 673 05 25
Amostras gratuitasFSCUrgências
Dúvidas frequentes
Perguntas frequentes sobre as amostras de papel e cartão
As amostras têm custo?
O catálogo é gratuito. Interessa-nos que valide o material antes de comprar: uma encomenda que funciona repete-se, e uma que falha volta como reclamação. O que não fazemos é enviar amostras de todo o catálogo sem um projeto por trás, porque isso não ajuda a decidir.
Se fizer a encomenda depois de validar a amostra, são reembolsadas na totalidade.
Para que serve realmente uma amostra de cartão?
Para testar o material no seu próprio processo, que é a única coisa que uma ficha técnica não consegue prever: como responde a sua máquina digital, como se comporta ao vincar com o seu cortante, se o tabuleiro cede com o peso real do seu produto. Não serve tanto para ver uma cor, que é o que menos problemas dá.
Quantas referências me enviam?
Habitualmente duas, para que possa comparar: a opção que resolve melhor e a que custa menos, com a diferença explicada. Comparar é o que faz com que uma amostra decida; receber uma só apenas lhe diz se essa serve ou não.
Em que formato chegam as amostras?
Depende do que vai testar, e por isso perguntamos. Se vai validar a impressão, a amostra tem de entrar na sua máquina. Se vai validar a dobragem, tem de haver superfície para vincar e dobrar a sério. Um recorte pequeno serve para o toque e pouco mais.
Podem enviar a amostra cortada à minha medida?
Sim, se a aplicação o exigir: é habitual quando é preciso validar a passagem por uma máquina com um formato concreto. Indique-nos a medida ao pedi-la.
Podem enviar uma amostra com corte e vinco ou vincada?
Consulte-nos consoante o projeto. As condições para preparar uma amostra com corte e vinco ou vincada devem ser confirmadas caso a caso. Em peças novas, é uma verificação muito rentável, porque permite validar a dobragem antes de fabricar o cortante.
Enviam amostras impressas?
Não: a impressão é feita pela sua gráfica ou pelo seu fornecedor gráfico. O que fazemos é enviar-lhe o suporte no formato adequado para que o imprima e verifique o resultado no seu próprio equipamento, que é onde realmente se decide.
Têm um mostruário do catálogo?
Sim. É um pedido habitual de reprografias, estúdios e agências que precisam de decidir no momento, à frente de um cliente, e oferecemos-lho se ainda não o tiver. Em todo o caso, um mostruário orienta, mas não valida um processo: são coisas complementares.
Fazem ensaios de resistência sobre a amostra?
Não. Não somos um laboratório acreditado e não emitimos certificados. Podemos fornecer a documentação técnica das referências que servimos e, se o seu projeto precisar de ensaios formais, dir-lho-emos e orientá-lo-emos.
O que devo testar primeiro?
O que pode invalidar o material: impressão no seu equipamento, vinco e dobragem, e carga com o produto real. O toque e a cor, no fim. É o contrário do que quase toda a gente faz, e essa inversão de ordem explica muitas decisões que depois têm de ser retificadas.
O que valido na amostra é exatamente o que vou receber?
É esse o objetivo e, para o assegurar, fixamos a referência exata, não só a gramagem: duas referências da mesma gramagem podem comportar-se de forma diferente. Se, além disso, o tom importar e o material for de fibra recuperada, convém reservar o lote, porque a cor pode variar entre partidas.
Preciso de centenas de unidades para um teste de mercado: isso é uma amostra?
Não: isso é uma série curta, e também a fazemos. A diferença é que uma amostra serve para validar o material e uma série curta para validar o produto no mercado. Se for o seu caso, diga-nos e fazemos o orçamento como tiragem.
Diga-nos o que vai testar e enviamos-lhe as amostras
A aplicação, os materiais que está a considerar e, sobretudo, o teste que vai fazer. Sem custo, e com duas opções para que possa comparar.



